Smiling Crysis

Under construction...
Forever.
Comments, sir. Why so quiet?
Your Brainstorm Here

Acho que estou começando a me apaixonar por São Paulo… (at Centro Cultural Banco Do Brasil)

A história que vou contar aos meus filhos

Um dia, em algo como 2034, terei o maior prazer de, em uma noite gelada de outono ou inverno de Curitiba (ou qualquer cidade em que eu esteja), contar a meus filhos a história da minha vida.
Talvez não necessariamente eu tivesse que os sentar em um sofá e ficar contando a história por 9 anos. Quem sabe chegue o momento de minha saga de livros virar filme, meu prêmio nobel chegar ou de simplesmente impedir a quarta guerra mundial e alguém deva escrever minha biografia - que história estaria naquelas páginas?
Imaginei a história que seria contada. Muito dela ainda não está claro e não está escrito, mas tenho certeza que resultará em alguma coisa. Entretanto, ainda me preocupa o que será contado na seção dos meus primeiros 20 anos de vida.
É estranho pensar como pareço ter uma sequência enorme de histórias a contar. São muitas, muitas mesmo que acho incríveis e dignas de serem contadas. É difícil ao ponto de querer incluí-las em meu currículo (o que já fiz uma vez e foi fantástico, obrigado Ciclus) e não conseguir fazer isso da forma ideal. Em qualquer questionário que respondo, a pergunta que ou me faz desistir de respondê-lo ou procrastinar sua resposta até a data limite é exatamente a que indaga sobre o que já fiz em diferentes momentos. Tudo parece interessante e valoroso para mim, mas não necessariamente é para aquele instante.
Ao repensar como me apresentei em uma nova comunidade, percebo que ignorei quase todo meu passado por simplesmente ninguém se importar com ele - a não ser eu mesmo. Sei que essa visão ja mudou um pouco, mas alguém deve ter me achado sem sal ou com tempero até demais. Penso que são poucas as experiências que ainda não tive dentro aquelas que poderia ter - mas as que não aconteceram me perturbam constantemente.
Acredito com todas as minhas forças que o valor de uma pessoa está em suas histórias. Quanto mais incomuns e diversas elas forem, melhor - desde que mantendo-se a humildade delas. Não existem histórias melhores, mas existem as histórias mais improváveis - e algumas que de tão improváveis (ou inesperadas) tornam-se lendárias. De qualquer forma, uma história varia conforme quem irá ouvi-las.
Existem pessoas que tentam mostrar suas histórias a todo custo, não importa a quem, como aquelas velhinhas endinheiradas que viajaram metade do mundo que conta. A historia da vida enquanto o voo está atrasado em aeroportos. Outras que fazem questão de mostrar suas histórias por luxo ou posses. A maioria com sua necessidade exacerbada de mostrar suas histórias as contam para que todos possam vê-las em redes sociais para o maior número de pessoas a verem - o que fazemos no Facebook a não ser comparitlhare histórias? E, claro, existem aquelas pessoas que preferem manter suas histórias consigo mesmo, com o defeito (ou a benção) de misturarem-se às pessoas sem história alguma.
Ainda assim, a importancia do espectador é essencial. Para muitos, é o público do Facebook, em uma vida de histórias vazias e cotidianas. A rede social funciona para histórias fora do comum sim, mas até essas se misturam ao comum por lá. Tambem há aqueles que criam suas histórias pensando em seus espectadores e no que eles vão esperar e julgar de sua vivência - e não há piores consequências para a vida de alguém do que manipular momentos com esse fim. A palavra pertence sempre a quem escreve, mas a diferenca entre o que foi falado e aquilo que foi entendido pode ser absurda. Não vale viver criando histórias que serão esquecidas por outros.
O ponto-chave disso tudo é: para quem você está criando suas histórias? Com que resiliência você está as mantendo? Não adianta deformar momentos para parecerem mais afáveis. O conteúdo estará ali, e o que importa é quem você impactará com isso.
Talvez você precise contar uma história para ter coragem de tocar sua trombeta azul mais uma vez. Talvez você precise não ouvir histórias por algum tempo até ter o que sempre foi seu.
E, talvez, você precise simplesmente contar suas histórias para alguém. Por algum motivo.
Está na hora de contar a história de como conheci sua mãe, crianças. Mas fica a dica, elas será uma longa, longa, longuíssima história.

Tensão Superficial

Todo fluido tem a propriedade de comportar-se como membrana em sua superfície. Isso ocorre pois as moléculas da superfície do líquido estão sujeitas a atrações intermoleculares em menos sentidos, o que causa uma resultante direcionada para a região em que há mais da substância - gerando uma força normal na superfície. É a explicação de insetos como formigas conseguirem andar em certas superfícies de água: a tensão superficial do líquido gera uma força normal maior que a força peso da formiga, o que permite sua movimentação em cima da camada de água. 

Entretanto, essa força é muito tênue e fraca. O material não deixa de ser um líquido, ou seja, sua viscosidade é elevada e todo o corpo tem a capacidade de readequar sua forma conforme o recipiente e a diferença de pressão. Ou seja, é muito fácil quebrar essa força - uma força externa aplicada em um só ponto resultaria numa pressão elevada, o que é suficiente para remodelar o fluido e quebrar a tensão superficial. 

Um belíssimo texto para um livro de física, mas não é esse o objetivo. Acontece que toda relação é regida por uma tensão superficial. 

Imagine: ao nos aprofundarmos em uma relação - e não somente interpessoais, mas também com coisas e conhecimentos - nos sentimos integrados a ela, sentimos uma sinergia que nos faz prender e sentir conforto ali. É como se uma doce música começasse a tocar e você, molécula, iniciasse uma estonteante dança imprevisível, mas harmônica. Sua agitação é constante, mas sua resultante é nula - você está completamente imerso.

Entretanto, sempre é necessário quebrar a tensão superficial - é quase o preço do ingresso daquele momento. Pode ser o gelo a ser quebrado até começar uma conversa, tomar coragem e chamá-la para dançar, chamar o vendedor, escolher seu prato, abrir o livro e resolver o primeiro exercício, escrever a primeira palavra; com a tensão quebrada, o caminho seguinte é simples: ou a música começa a tocar e você entra no ritmo ou sua impaciência o afasta rapidamente dali - positivo ou não, o importante foi o primeiro passo. Alguns chamariam de “sair da zona de conforto”, assumindo riscos. 

Por vezes, você tem certeza que pagou o preço, que exerceu a pressão necessária, mas não sente nenhuma sensação. A música não tocou, e você não entende o porquê. O tempo passa, e simplesmente não percebeu-se uma coisa: a normal era mais forte que a força que você fez. Você achou que estava imerso, mas na verdade estava em uma bolha - nunca chegou a aprofundar-se, a chegar onde queria. Fora tudo ilusão, um efeito ótico, uma refração. 

O problema é quando você percebe que tudo o que você vez nos últimos tempos resumiu-se a uma bolha que limitava seu horizonte a somente o seu. Desde sua relação com sua melhor amiga, até o seu entendimento de uma matéria ou sua relação com um sistema operacional. Até mesmo sua profundidade de imergir-se em histórias fantásticas ou a performance de sua empresa júnior - a profundidade atingida não era nada se comparado àquela máxima, mesmo que parecesse: o efeito foi maior. A música até tocou, mas não era aquela que ressoava em sinergia, mas sim uma apenas de entretenimento de sua própria bolha. 

A tensão superficial nunca fora quebrada. 

A solução para tanto é continuar aprimorando, até achar a maneira certa de conseguir quebrar a tensão superficial, de faz a música tocar, gerando aura - e fazendo surgir o sublime. Os estudos continuam até um protocolo ser firmado e gerar patente.

{Ou até simplesmente eu estar pleno. Satisfeito. Sem enrolar demais.}

Referências Bibliográficas:

http://coral.ufsm.br/gef/Fluidos/fluidos20.pdf

http://www.fisica.ufsc.br/~lalceu/_e_a_d/tensao_superficial.html

Social Aplicadas, UFPR, uma doce quarta-feira.

Wondering at night. #londrina

Sightseeing… At home. #traveling #vacations #family #londrina (at Londrina)

Symptoms

Na maioria dos dias nas últimas semanas, você:

  1. Teve um humor deprimido na maior parte do dia?
  2. Perdeu interesse ou prazer pela maioria das atividades cotidianas na maior parte do dia?
  3. Teve aumento ou diminuição do apetite?
  4. Teve insônia ou dormiu além da conta?
  5. Ficou mais agitado ou mais lento a ponto de as pessoas comentarem?
  6. Sentiu fadiga ou falta de energia?
  7. Teve sentimentos de baixa autoestima, inadequação ou culpa?
  8. Sentiu que sua capacidade intelectual e concentração diminuíram?
  9. Pensou sobre a morte ou teve vagas ideias de suicídio?

Se você respondeu ao menos 5 vezes “sim”… Está na hora de procurar ajuda.

Livramento.

Intimista em meu momento

serei livre em meu pensamento

preciso em meu julgamento.

Essa é minha súplica,

palavras ao vento.

Infinitude.

Sabe, meus últimos dias não tem sido fáceis.  E antes que você ache que esse texto será sobre as dificuldades do dia-a-dia, ele não será.  

Tenho engolido muito mais de mim do que deveria. Sempre penso nas palavras certas para se dizer para pessoas certas. Essas palavras, entretanto, encontram seu significado em meramente existirem em minha cabeça, e não são proferidas. 

Consequentemente, são sequer imaginadas por aqueles que eu desejaria que as ouvissem. 

E a consequência direta disso é minha mente amarrar-se a si mesma. Digerindo tudo o que produz. Limitando-se a um pequeno intervalo de ideias, pré-produzidas e exaustivamente processadas.

Reutiliza ideias, fazem entes reaparecem reais, isolando-se de contato, estranhando-se. Retirando sua essência, seu tempero.

Tornando-se inócua. Branca. Pura. 

Talvez, por imaginar-se assim, tenha aceitado um visual padrão, sem detalhes. Talvez, por imaginar-se assim, tenha imaginado que sumiria das imagens e preocupações de outrem. 

Uma estrela querendo apagar-se. Se quando pintava estrelas no muro tinha os céus ao alcance das mãos, jogou baldes de tinta para cobrir o desenho.

E jogou desenfreadamente, sem preocupar-se com o acabamento de sua nova obra ou com a consequência. Buscando o esquecimento, encontrou a solidão.

Um detalhe foi esquecido: tinta fresca em muro movimentado atrai sujeira e depredação. Deixou que marcas fossem aplicadas de qualquer forma. Tomou a forma livre.

No caos, deseja a destruição. 

E alcança.

Uma destruição cinzenta. Não supera a morte, mas é tão triste quanto. Faz com que cores percam sua vivdez, que o vento perca seu tato, que acordes tornem-se meros ruídos.

Faz com que se perca a capacidade de notar o interessante e se interessar.

Faz com que se perca a habilidade de expressar-se e notar a expressão.

Faz com que o conhecimento seja apenas informação.

Em suma, paixões são esquecidas e ignoradas. As ações são pautadas. Nas movimentação atemporal da vida, uma alma mais cai. Age como zumbi; mistura-se a multidão. Encontra  o conforto e a proteção de semelhantes. 

Sabe que esse não é esse seu lugar, mas sua chama já se apagou. Seus sentidos o guiam apenas para a mesma movimentação, monótona e sem-sentido da população. 

Entretanto, algo aconteceu. De uma forma inesperada, e quase fantástica, eu vi o mar. 

Não pude tocá-lo, mas pude admirá-lo. Pude relembrar seu poder, sua magnitude. Relembrar como é majestoso.

Infinito.

E, quem diria, as águas puderam reacender uma chama. Mesmo que uma pequena brasa, quem saiba essa pequena luz diferencia-se. E toda chama deseja crescer. E comburentes não faltam. Manter essa chama será uma missão. 

Novamente, voltar a sonhar e ser sonhado, a fazer aquilo que inspira por que se é inspirado. Querer não ser mais uma massa na multidão. 

Buscar superar os desafios - ou melhor, ignorá-los e superar somente os céus. Voltar a ser aquela estrela que, há não muito tempo, se sonhava ser - e somente agora perceber-se que foi. Deixar a chama crescer. Consumir o que ainda cerca de ruim, explodir e queimar. 

Estrelas atraem. Não importa o tamanho, sempre há a área de atração. Por vezes, cometas apenas passam por ali, e ficam! 

Mas o que mais importa, poder ser mais uma a brilhar no infinito. 

Entretanto, ainda tenho um temor. A realização de que um período de destruição possa ter afetado mais do que se imagina. Uma sensação de ainda estar sem aquilo que alimenta. O brilho pode ter se apagado, mas ele lutará. Como sempre foi.

Não me deixem sozinho. 

Meu desejo é o infinito. 

Mas o que mais importa, poder ser mais uma a brilhar no infinito.

Pequena Reflexão de Como as Coisas São

Faz tempo que eu não escrevo no tumblr. Desde o meu aniversário de 18 anos, quando ganhei meu pequeno caderninho que faz a mágica da minha alma soar, parei de me expressar publicamente.

Isso é ruim. Muito ruim. Nada saudável, para ninguém. Em especial para mim. 

Passei a mal me comunicar com muitos dos meus amigos, diga-se de passagem. Talvez as coisas fossem diferentes se esse contato, exatamente no último semestre na UTFPR não tivesse se perdido. Entretanto, aqui estou, na USP, com algumas poucas pessoas que me comunico regularmente.

Há não muito tempo atrás, eu ficaria me perguntando se elas sentem falta de mim. Essa dúvida ainda me perturba, mas não é mais essa resposta que busco. 

Ainda desejo saber o que há de errado. Essa historinha de me mudar três vezes em duas semanas não foi saudável. Estou estressado. Não conseguir estudar para nenhuma das duas universidades me deixou em pânico. Mal entendi Integrais e não sequer comecei a lista de Manufatura Integrada. E tem prova semana que vem. E na outra também. E na outra. E na outra. 

Férias? O que é isso mesmo? Nem me lembro.

Parece que tudo isso faz parte de uma história qualquer. Uma história de estudante esforçado qualquer. Mas não posso pensar assim. É a minha história. Minha vida. Já me disseram que ao entrar na universidade, se você era alguém no ensino médio, você passa a ser ninguém lá dentro. Menos que isso, até. Nada do que aconteceu antes importa.

Isso só pode estar errado. Tenho certeza que está.

Só o que tenho é meu passado. É nele que devo confiar. Meu passado me define.

Nesse instante, desejo relembrar meu passado. Não todo ele, mas apenas o ano de 2012. E é quando percebo que… Aconteceu muita coisa nele. Muita mesmo.

De forma resumida, lembro das férias em Cascavel, em janeiro, que lembro muito bem de ter aproveitado prometendo serem “as últimas” (e acertei!). Depois, retornei no Carnaval e fui para a casa dos amigos do meu primo no carnaval, quando viajei para o Rio Iguaçu e fiz a primeira pesca noturna e passei um tempo incrível. 

Depois, me lembro da ansiedade do sétimo período. De estudar pneumática. De iniciar meu estágio obrigatório, no NUFER, com todos os projetos de robôs, crânios, consertos de computadores e seladoras que tive que fazer. Comendo muito bolo. 

Lembro do nervosismo da greve. Do meu breve momento de ativista, participando e falando de todos os movimentos. De começar o cursinho. De esquecer do resto do mundo e estudar para o vestibular. O sonho era uma tal de USP, mas passei a desejar uma tal de UFPR também. Comecei cético, mas aprendi a amar aquele ambiente.

Ah, sim. Teve as longas manhãs no EducationUSA. As aulas de inglês no Palladium, com a bolsa do Interamericano. 

E, apesar que pareça que foi há muito tempo… O EIP Brasília foi em julho do ano passado. A primeira das diversas viagens de avião que fiz no ano passado. O primeiro dos inúmeros momentos life-changing no ano passado.

Lembro das provas de vestibular. Da falta que meus amigos faziam. Da vontade de simplesmente deitar na cama e fazer o que eu quisesse. Recordo de cada esforço que fiz. Aprendi a simplesmente não me importar, e simplesmente fazer. 

Entretanto, antes que eu sequer possa pensar que não valeu a pena…

Ano passado, fui finalista do Jovens Embaixadores e fui para a Imersão em Brasília. Fui escolhido aluno do Opportunity Grants. Garanti o melhor coeficiente da minha turma. Fiz meu estágio obrigatório. Fui medalhista de prata da Olimpíada de Astronomia e bronze da Olimpíada de Matemática. Tirei pontuações muito boas no SAT de Matemática e no TOEFL. Ganhei bolsa integral na melhor escola de inglês da cidade. Ganhei um ótimo desconto num dos melhores cursinhos da cidade. Iniciei meu projeto voluntário criando um grupo de Lógica na sala de recursos de Altas Habilidades/Superdotação do Instituto de Educação. Apliquei para universidades americanas de ponta.

Sem contar as aprovações: passei na USP em terceiro lugar em Ciências Biomoleculares, UFPR em terceiro lugar em Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia, UFRJ em Nanotecnologia e PUC-PR em Medicina com bolsa integral do ProUni. Em terceiro também.

Sem contar a coroação: ser um Jovem Embaixador. No dia que pareceu que meu mundo caiu (ao menos meu telhado sim), lembro de cada passo na universidade ao chegar no meu antigo laboratório de projetos e ver o resultado. A ansiedade em cada email. Conhecer a Casa Branca. Ter a chance de conhecer pessoas incríveis. Fazer os melhores amigos que já tive. (Na verdade, amigas, e elas sabem quem são). Ganhei até uma nova família.

Aprendi até a jogar peteca em 2012. E quase me esqueci da minha viagem de cruzeiro. Pera aí. Ainda tive um cruzeiro nesse ano? Visitei Búzios e Ilhabela, passei uma semana num navio de luxo e estava quase me esquecendo! E assim as coisas são.

E tem gente que ousa me dizer que devo esquecer meu passado. Ele é tudo o que tenho agora. Não é porque apertei o botão reset que a memória foi apagada, não. Ela permanecerá comigo. Para sempre.

Talvez tenha errado muito com pessoas no ano passado. Poderia ter melhores amigos. Poderia ter uma relação amorosa, talvez. Estranho ainda não conseguir definir minha felicidade com tudo isso. 

As coisas estão difíceis agora. Não ter férias, conciliar ensino médio e faculdade, mudar de cidade e o mais importante, não ter dinheiro para simplesmente nada é difícil. O jeito é continuar na luta. 

Talvez eu seja mais um no mundo. Tenho um medo desgraçado de decepcionar um monte de gente. É o que eu menos quero. 

Ainda assim…

Prefiro pensar que ainda tenho minha luz especial. É quase como uma estrela: o brilho dela está lá, mas ninguém olha para o céu.

Isso não muda o fato de a estrela continuar a brilhar e ser incrível. Só espero que mais gente consiga ver esse brilho. 

Minha filosofia de vida continuará sendo… Para tudo tem um jeito

Só tenho que lembrar disso.

(Source: wasifio)

A lógica do Urso

Uma pessoa montou uma tenda para dormir.

Subitamente, apareceu um Urso que desfez a tenda. A pessoa, pacientemente, consertou a tenda e montou-a novamente.

Entretanto, o urso, após andar um quilômetro para o sul, dois quilômetros para o oeste e novamente um quilômetro para o norte, voltou a passar pelo acampamento e destruiu novamente a tenda.

Pergunta: de que cor era o urso?

Once Upon a Time…

Once upon a time,

I learnt that everybody deserves a happy ending.

Even do I.

More Information